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Inbox: conheça o negócio que quer mudar o conceito de ‘hotel de beira de estrada’

O hotel é totalmente autônomo, dispensando qualquer interação presencial com funcionários ou recepção. Todo o processo é realizado online, seguindo etapas simples: reserva e pagamento, check-in digital, acesso ao quarto e check-out automático.

Um negócio que, segundo o CEO, deve fechar o ano com um faturamento de R$ 1,5 milhão apenas com as taxas de franquia, além de outros R$ 3 milhões provenientes das hospedagens.

“Ideia surgiu por uma dificuldade pessoal”

Segundo Anderson Souza, CEO e fundador do Hotel Inbox, a ideia do negócio surgiu em 2016, motivada por uma dificuldade pessoal em encontrar boas opções de hospedagem durante as viagens. “Cansei de parar o carro e dormir em pátio, em posto, no meio da rodovia, porque não achava hotel”, revelou.

Em entrevista à IstoÉ Dinheiro, o empresário destacou que a oferta de hotéis está concentrada nos grandes centros, o que gera uma grande demanda por hospedagem em pequenas cidades e ao longo das rodovias, por onde circulam milhares de pessoas diariamente.

“É para este mercado que estamos olhando. Tem muita margem para expandir, e um grande potencial de investimento e de retorno. Você olha as pequenas cidades, você não vai ver um Ibis, um Bourbon indo lá e construindo. Ou, muito menos, na rodovia. Você não vai ver um Ibis construindo lá na Anhanguera, no meio do nada, no pátio de um posto”, disse Souza.

Foi na cidade de Irati, no Paraná, às margens da BR-277, que surgiu o primeiro protótipo do Hotel Inbox. Segundo Anderson, essa unidade funcionou como um laboratório essencial para alcançar o patamar atual, com seis operações em funcionamento e a projeção de chegar a vinte até dezembro deste ano.

Segurança é ponto de atenção

Um dos principais questionamentos sobre a eficiência do negócio de hotéis autônomos de Anderson é a segurança. Segundo ele, existem medidas reforçadas para garantir o bem-estar dos hóspedes.

“Estamos priorizando instalar nossas unidades junto a estruturas que funcionam 24 horas, como postos de gasolina e restaurantes. Além disso, instalamos câmeras externas na frente de cada módulo para reforçar ainda mais o monitoramento”, explica o CEO.

Fonte: IstoéDinheiro

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